• Antônio Cruz Gonçalves

O empreendedor

Atualizado: Mar 18




Com essa onda avassaladora de desemprego que assola o nosso País, causado pela pandemia virótica, que vem se acentuando a cada dia, destruindo empresas e deixando inúmeros trabalhadores desempregados, cresce o número de pessoas que se lançam no mercado, às vezes sem experiência, na busca de sobrevivência. Essas pessoa

s são chamadas empreendedoras, que inicia algo novo, que veem o que ninguém vê, que saem da área do sonho, do desejo e se atiram para a ação, criando e realizando novos negócios, levadas pela necessidade e pelas circunstâncias que lhe são impostas.

Nunca uma pessoa nasce empreendedora, ela se torna ao longo da vida. Essas pessoas precisam ser treinadas e orientadas por órgãos competentes, com por exemplo o SEBRAE, que disponibiliza cursos e consultorias, capacitando os interessados para enfrentarem um mercado altamente competitivo, dinâmico e agressivo, evitando, desse modo, a mergulharem no mar do insucesso e piorar ainda mais suas vidas.

Antes de adentrarem nessa tarefa difícil de muito risco, é preciso olhar por seis ângulos importantíssimos. Primeiro, escolher bem, fazendo a prospecção da área na qual quer empreender, sem se esquecer do que disse o Santo Dom Helder Câmara: “É graça divina começar bem. Graça maior é persistir no rumo certo. E graça das graças é não desistir nunca. Segundo, dedicar-se a ela de corpo e alma, de dia, de noite, no feriado e dia santo, no sol e na chuva.

Terceiro, tratar o cliente como um rei, dando-lhe razão sempre, lembrando que sem cliente não existe negócio e sem negócio nenhuma empresa sobrevive. O cliente nesse mundo globalizado e com a velocidade da comunicação, é sempre bem informado e, consequentemente, mais exigente. Quarto, fazer tudo de maneira correta e honesta. Quinto, ser ousado, não tendo medo de enfrentar com altanaria os obstáculos que aparecerem pelo caminho. Sexto, dar glória a Deus por tudo, até pelas dificuldades.


Autor: Antônio Cruz Gonçalves

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